Como a graduação ajuda na hora de fazer concurso público?

  • 29/maio/2017

Como a graduação ajuda na hora de fazer concurso público?

Você pensa em fazer concurso público, mas não vê como cursar uma graduação e obter um diploma podem te ajudar nesse desafio? Pois saiba que a formação superior fornece recursos e instrumentos que vão facilitar bastante sua vida de concurseiro — e, depois, de servidor público.

O fato é que entrar para a universidade expandirá seus horizontes e fará com que você identifique mais facilmente como estudar, como reter melhor os conhecimentos e como aplicá-los na prática. Talvez você ainda não tenha se dado conta, mas uma graduação pode mudar o jeito que você enxerga o mundo e vice-versa.

E então, ficou interessado? Quer saber quais são as vantagens de um formado ou formando na hora de se preparar para prestar um concurso? Então acompanhe nossas explicações.

1. Percepção aguçada

É comum que antes de escolher um curso de graduação os estudantes ponderem suas habilidades naturais e competências. Ao ingressar na universidade e entrar em contato com novas ideias e experiências, entretanto, eles percebem como aperfeiçoar esses interesses e inclinações e empregá-los na construção de uma carreira.

A graduação tem o poder de aguçar a percepção dos estudantes a respeito de si mesmo e de como se posicionar no mundo. Ela dá um senso de propósito a qualquer iniciativa que você tome, inclusive tornar-se um funcionário público. Tudo passa a contribuir para o alcance de um objetivo maior.

2. Compreensão da banca

Quem é graduado também compreende uma prova de concurso de maneira distinta e usa sua experiência na hora de estudar cada assunto proposto pelo edital. Não raro, ao se preparar para um concurso, o primeiro passo de um universitário será pesquisar sobre a banca responsável pela elaboração do teste.

Na universidade, os estudantes passam por diversas formas de avaliação elaboradas por inúmeros professores diferentes e isso faz com que acabem criando recursos internos (como análise crítica e situacional) para interpretar corretamente o que cada questão pede. Eles têm um olhar mais treinado e menos inocente em relação a pegadinhas, por exemplo.

3. Opções de vagas

Você já deve saber que os concursos públicos são divididos em cargos de nível médio e superior, certo? Quem possui um diploma de graduação tem a opção de tentar ambas as alternativas, o que aumenta consideravelmente a chance de ser aprovado.

Tenha em mente que cargos de nível médio, por exigirem conhecimentos mais generalistas, costumam ser muito mais concorridos do que os de nível superior, que são direcionados apenas aos graduados em determinado curso.

4. Domínio sobre o conteúdo

Cada exame, mesmo os de nível médio, exige conhecimentos específicos e indispensáveis ao preenchimento da vaga, os quais são distribuídos nas matérias e assuntos listados em seu edital (como, por exemplo, noções de Informática). Quem é formado se destaca, pois seu conhecimento dessas áreas é mais aprofundado.

Há, ainda, uma base comum de conteúdo que costuma ser cobrada na grande maioria dos concursos. Exemplos são língua portuguesa e interpretação textual, necessários ao exercício de qualquer cargo e na realização de qualquer exame. Independentemente da área de graduação, tais conhecimentos e habilidades são aprimorados pelos universitários.

Uma vez na universidade, um dos principais requisitos e atividades é a leitura e a interpretação de texto. Isso já representa uma enorme vantagem para eles, que vão treinando suas aptidões analíticas e discursivas mesmo sem perceber.

5. Fases de um concurso

A partir dessa noção dos conteúdos cobrados pelos concursos, destacamos que a maioria deles possui mais de uma fase, tendo a primeira prova apenas caráter eliminatório (especialmente para cargos de nível superior). Se você possuir um bom domínio das matérias cobradas nesse momento inicial, conseguirá uma pontuação mais alta, o que aumenta as chances de passar para as próximas etapas.

Essas etapas posteriores geralmente compreendem exames discursivos e análise de títulos, na qual só pontuam aqueles candidatos que possuírem diplomas de graduação e pós-graduação. Perceba que essa análise tem caráter classificatório, não podendo eliminar um candidato caso ele não possua algum título, mas sim posicionar os mais qualificados no topo da lista.

6. Funções especializadas

Quando você faz um concurso para uma vaga especializada, na qual só podem entrar os graduados daquela área, a concorrência é muito menor. Caso você seja aprovado, exercerá funções mais direcionadas a seu campo de expertise, podendo até ser promovido mais rapidamente e pleitear bonificações.

A chance de desenvolver sua carreira será muito maior e você não terá a sensação de estagnação no cargo. É até um incentivo para investir em educação continuada e tornar-se um especialista depois, pois já contará com a segurança que o serviço público oferece e terá campo para aplicar os conhecimentos teóricos no cotidiano.

7. Atualização e desenvolvimento

O profissional que ingressa em um cargo público também precisa se manter atualizado em relação às tendências e evoluções tecnológicas de seu campo de atuação. Ter cursado uma graduação já o coloca em contato com outros profissionais do meio e com veículos de comunicação especializados (como publicações acadêmicas, por exemplo), que podem mantê-lo a par dessas transformações.

Outro ponto positivo é que, geralmente, os cursos de graduação brasileiros utilizam muitas fontes estrangeiras para compor seu arsenal teórico. Isso funciona como um convite para aqueles estudantes proativos continuarem acompanhando os avanços feitos em outros países, mesmo depois de formados.

Esse interesse e iniciativa contribuem para a valorização do futuro servidor, ampliando suas possibilidades e destacando-o na disputa por promoções.

8. Estudo simultâneo

Aqui, você deve estar se perguntando: “É possível, então, cursar uma graduação e estudar para concurso público ao mesmo tempo?”. A resposta é sim, especialmente quando você opta pela modalidade Ensino a Distância, ou EaD.

Um aluno EaD possui algumas vantagens na hora de estudar por conta própria em relação a um aluno presencial, por exemplo. Desde o início, ele desenvolve traços como proatividade, flexibilidade, organização e priorização de tarefas, todos requisitos essenciais para quem quer fazer concurso público e ser bem-sucedido.

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