Como fazer parte da economia criativa?

  • 03/out/2017

Como fazer parte da economia criativa?

Você sabia que as suas ideias e as de seus amigos podem se tornar grandes negócios? Num mundo cada vez mais competitivo, o capital intelectual tem ganhado o seu espaço, dando surgimento a um novo modelo de negócios. Isso faz com que muitas pessoas e empresas queiram conhecer e saber como fazer parte da economia criativa.

Certamente você já deve ter ouvido falar ou até já utilizou serviços de hospedagem compartilhada, sites criados com a ajuda dos usuários e por aí vai. Todos esses serviços criativos diferenciam-se dos modelos de negócios das grandes indústrias e são extremamente importantes para a sociedade.

Para você ter ideia, em alguns países, a economia criativa já faz parte da geração de empregos e da renda de muita gente. Aqui no Brasil, é um movimento que não para de crescer. Segundo uma reportagem do jornal “O Globo”, o setor teve um crescimento de 70% na última década, avançando até mesmo nos anos de crise.

Ficou interessado no assunto e quer saber como fazer parte dessa nova onda? Então, confira este post sobre economia criativa que preparamos justamente para você!

O que é economia criativa?

A economia criativa é formada, basicamente, por pequenas empresas, cujos negócios dependem diretamente da criatividade dos seus sócios para crescer e sobreviver. Uma das principais características desse setor é que não é necessário um capital financeiro alto para começar. O mais importante é o conhecimento, a ideia, o capital intelectual.

As companhias desse mercado estão diretamente atreladas ao universo da moda, artes, cultura, entretenimento e tecnologia. E o objetivo principal vai muito além da geração de lucro. Ele está mais ligado aos benefícios e vantagens que a empresa pode proporcionar às pessoas e ao mundo.

Para que você entenda melhor como funciona, separamos alguns exemplos e casos de sucesso relacionados à economia criativa. Veja!

Serviços de acomodação

Os serviços de acomodação encontraram um novo caminho de atingir o público pelas plataformas online. Se antes tinha toda uma burocracia para reservar um hotel, hoje em dia é possível fazer isso com poucos cliques e, muitas vezes, de forma muito mais barata e vantajosa.

Um grande exemplo é o site Airbnb, um serviço online comunitário para que as pessoas possam oferecer acomodações e também fazer suas reservas. Um mesmo estabelecimento pode ser alugado por pessoas de diferentes lugares, que vão interagir, viver num mesmo ambiente e ter uma experiência única.

Projetos de crowdsourcing

Outro exemplo para você que deseja fazer parte da economia colaborativa, são os projetos de crowdsourcing. Pense em pessoas que se juntam para criar conteúdo e pensar em novas soluções para inúmeros problemas juntos. Esses projetos funcionam como uma verdadeira cooperativa.

Um dos maiores exemplos de crowdsourcing que temos atualmente é a Wikipédia, uma plataforma de compartilhamento de conteúdo na qual todos os usuários podem contribuir. E o grande objetivo é justamente levar conhecimento e informação aos internautas sobre inúmeros temas.

Negócios de cocriação

Para desenvolver um negócio baseado no capital intelectual, muitas vezes, é necessária a ajuda de bastante gente. Por isso, a cocriação é uma das características mais marcantes da economia criativa.

Um desses casos é o Preto Café, um projeto totalmente colaborativo, cujo dono começou o negócio reunindo amigos, músicos e escritores para darem suas opiniões de como eles gostariam que fosse o espaço. Depois disso, a locação, a produção das xícaras e dos produtos teve a ajuda de inúmeras pessoas.

E tudo feito para que o público possa escolher o quanto quer pagar, levando uma experiência totalmente inusitada para os amantes de um bom café.

Empreendedorismo

Todos os exemplos citados são frutos de mentes criativas, inovadoras e empreendedoras, que se preocupam em oferecer algo diferente do que estamos acostumados, visando sempre o bem da sociedade. Então, para começar a fazer parte da economia criativa, é necessário ter força de vontade e espírito empreendedor.

Como posso fazer parte da economia criativa?

Entretanto, para entrar de fato nesse novo mercado, é preciso ter mais do que uma boa ideia. Você precisa colocá-la em prática, seguindo alguns passos que vão ajudar você a trilhar um caminho de sucesso. Confira quais são!

Defina o seu propósito

Para começar o seu projeto, você deve identificar as necessidades de um determinado grupo de pessoas. Qual é o produto ou serviço que realmente faria a diferença na vida delas nesse instante. Assim, você conseguirá desenvolver algo que seja realmente útil, e não apenas mais do mesmo.

Nesse momento, é importante não pensar somente no lucro, pois ele será uma consequência das suas ideias e da maneira como você vai conduzi-las.

Tire a ideia do papel e faça um protótipo

Depois de ter um boa ideia, é hora de se mexer e colocá-la em prática. Para isso, você precisa fazer um cuidadoso trabalho de planejamento, pesquisa e implementação. É necessário avaliar o mercado, verificar se há empresas com a mesma intenção, assim como a sua capacidade financeira.

Para não ter erro, criar um protótipo pode ser uma excelente estratégia. E a internet torna essa etapa muito mais fácil, ao permitir testes e avaliações antes mesmo do lançamento de um determinado produto ou serviço. Assim, você saberá se ele fará sucesso antes mesmo de ir ao mercado, otimizando tempo e dinheiro.

Mensure os resultados

Outro ponto importantíssimo para quem quer fazer parte da economia criativa é mensurar os resultados. E essa avaliação deve ser feita com uma frequência específica, a fim de identificar o que está certo ou errado. Dessa maneira, você conseguirá fazer ajustes de forma muito mais rápida.

Capacite-se em Administração

A última e mais importante dica para você que se interessou pelo universo da economia criativa é investir em qualificação. Adquirir novos conhecimentos será essencial para abrir a mente, ter novas ideias e capacidade de conduzir um negócio que pode fazer a diferença no mundo.

Nesse caso, um dos cursos mais indicados é a graduação em Administração. São 4 anos de curso que vão garantir muito aprendizado, reflexão e senso crítico. Passando por temas que vão desde sociologia até finanças, você se tornará um profissional muito mais completo e preparado para os desafios do mercado.

Portanto, agora que você já sabe disso tudo e conheceu o caminho para inovar e fazer a diferença, basta colocar a mão na massa. Se você tem uma grande ideia, invista na sua qualificação e faça com que o seu negócio ganhe forma. O mundo precisa cada vez de pessoas preocupadas em compartilhar os seus conhecimentos e soluções.

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