Conheça a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho em EAD

  • 29/jan/2018

Conheça a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho em EAD

Você já pensou em fazer uma especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho? Essa é uma das áreas que mais tem ganhado destaque no mercado, já que há uma carência de profissionais preparados para lidar com esse tipo de atividade.

Acontece que as exigências relacionadas à saúde e segurança dos trabalhadores cresceram significativamente, fazendo com que as empresas necessitem cada vez mais de funcionários especializados nesse ramo.

Mas o que fazer para conquistar tal título? Confira a seguir as principais informações sobre o tema para ficar por dentro das oportunidades na área!

Para quem esse tipo de curso é indicado?

Como se trata de um curso de especialização, vale lembrar que é preciso ser formado em um curso superior, sendo que o público-alvo são os bacharéis em Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

Pessoas que possuem uma formação diferente até podem fazer a especialização para conhecimento próprio, mas não poderão emitir documentos oficiais ou assumir as responsabilidades do cargo, conforme as determinações da Lei nº 7.410/1985.

De toda forma, fazer a especialização é a melhor maneira de adquirir os conhecimentos necessários para se tornar um profissional da área e poder ser o responsável pelo setor de segurança do trabalho em empresas, órgãos públicos ou ainda prestar consultorias especializadas.

Com a formação, o profissional deve ser capaz de zelar pela saúde e bem-estar dos colaboradores em uma organização, evitando que sofram riscos físicos e psicológicos durante o trabalho. Sendo assim, algumas de suas responsabilidades são:

  • estudar as condições de segurança de cada local, tendo em vista as instalações, equipamentos etc;

  • elaborar mapas de riscos e planos para prevenção de acidentes;

  • fazer perícias e emitir laudos técnicos;

  • fiscalizar as medidas de segurança no ambiente;

  • orientar os funcionários sobre o assunto, reforçando a necessidade de adotar medidas preventivas — especialmente quanto ao uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual);

  • promover temas como saúde, ergonomia, higiene e meio ambiente;

  • orientar a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) nas empresas.

Ou seja, toda pessoa que estiver interessada em desempenhar esse tipo de atividade deve procurar uma instituição de ensino que ofereça o curso e seja autorizada pelo MEC (Ministério da Educação), para que o diploma tenha validade em território nacional.

Como funciona a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho?

Uma das grandes vantagens da especialização é fazer um curso relativamente curto (de aproximadamente 15 meses) e sair com uma nova profissão. Logo, trata-se também de uma maneira de dar um novo rumo à carreira e conseguir outros tipos de oportunidades no mercado.

Mas é claro que, para isso, é necessário se dedicar muito para aprender tudo sobre a área. Apesar de a composição da grade curricular apresentar algumas variações de uma instituição para outra, normalmente ela é baseada em disciplinas como:

  • Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho;

  • Ergonomia;

  • Gerência de Riscos;

  • Higiene do Trabalho — Riscos Físicos, Químicos e Biológicos;

  • O Ambiente e as Doenças do Trabalho;

  • Proteção Contra Incêndios e Explosões;

  • Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações;

  • Psicologia em Engenharia de Segurança do Trabalho;

  • Legislação Aplicada à Engenharia de Segurança do Trabalho;

  • Proteção do Meio Ambiente;

  • Documentação para a Engenharia de Segurança do Trabalho.

Além da dedicação a essas matérias, para conseguir o diploma, é preciso fazer um Trabalho de Conclusão de Curso, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo do período letivo.

Como fazer a validação junto ao CREA?

Outro detalhe importante é que, para se tornar um profissional reconhecido em Engenharia de Segurança do Trabalho, depois de concluir o curso, você deve pedir a homologação do diploma junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do seu estado.

Ele é o órgão responsável pela fiscalização do exercício profissional nessas áreas, respondendo ao CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia). Portanto, os engenheiros e agrônomos que buscam essa validação estão aptos a desempenhar suas atividades com segurança e responsabilidade.

Já os arquitetos e urbanistas especializados devem procurar o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), que desde 2010 se tornou o conselho responsável no lugar do CREA.

Contudo, para isso, é claro que a instituição de ensino escolhida deve ser cadastrada e reconhecida pelo conselho em questão. Essa informação pode ser encontrada no site do próprio órgão na parte de serviços online — para ter uma ideia, confira como fazer uma busca simples no site do CREA do estado do Rio de Janeiro.

Se tudo estiver correto, basta verificar as instruções de como dar início ao processo de registro profissional para anotação do curso de especialização. Em alguns estados, é possível fazer tudo pela internet, enquanto em outros é preciso apresentar os documentos pessoalmente.

Quais as vantagens de optar pela EAD?

Por fim, provavelmente você terá que escolher entre um curso de especialização a distância ou presencial. Ainda que as duas modalidades apresentem boas opções, vale ressaltar que a EAD (educação a distância) tem apresentado grande relevância no mercado educacional. Confira a seguir algumas das suas principais vantagens:

1. O diploma tem o mesmo valor do presencial

Um dos maiores mitos espalhados por aí é que o diploma EAD não tem a mesma validade do que aqueles adquiridos nos cursos presenciais. Mas a verdade é que eles possuem o mesmo valor, desde que emitidos por uma instituição reconhecida e cadastrada no MEC.

2. Maior flexibilidade e autonomia para estudar

O grande benefício para a maioria dos alunos que tem investido na EAD é a possibilidade de melhorar sua capacitação com maior flexibilidade e autonomia. A rotina é bem diferente das aulas presenciais, que exigem local e horários predefinidos.

O aluno pode estudar em casa, criar o seu próprio ritmo de estudos e seguir os horários que mais lhe convém. Por exemplo, se um pai ou uma mãe de família começa um novo curso, ele(a) pode cumprir com seus horários de trabalho e com os compromissos com a família, deixando para estudar depois que os filhos dormirem.

Assim, fica muito mais viável conciliar todas as atividades profissionais e pessoais, sem deixar de lado o investimento na carreira.

3. Economia de tempo e dinheiro

Quem não quer economizar, não é mesmo? Ainda mais quando se trata de tempo e dinheiro, que são recursos importantíssimos e não devem ser desperdiçados.

Nesse sentido, estudar a distância favorece a redução de gastos com transporte ou alimentação fora de casa — tipo de despesa comum para quem faz cursos presenciais. Além disso, as mensalidades geralmente são mais baratas e o material didático é todo online, evitando que você gaste com apostilas, cópias etc.

O tempo também passa a ser administrado pelo estudante, sem que haja a necessidade de ficar horas no trânsito para ir e voltar da faculdade ou mesmo de ter que acompanhar o rendimento dos outros alunos em determinadas matérias.

4. Conquista de habilidades especiais

Fazer um curso EAD significa adquirir mais responsabilidades. Não que um curso presencial não seja exigente, mas a maior autonomia faz com que o aluno tenha que ser ainda mais responsável para dar conta de tudo. Logo, habilidades como disciplina e organização costumam ser algumas de suas características especiais.

E então, gostou de saber mais sobre EAD e a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho? Aproveite para entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos cursos!

 






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