Vocação profissional: por que fazer o que realmente gosta?

  • 05/maio/2017

Vocação profissional: por que fazer o que realmente gosta?

Para celebrar esse dia, vamos falar sobre um assunto que gera muitas dúvidas e incertezas: a identificação da vocação profissional e a escolha de um curso de graduação compatível com ela!

Para a maioria das pessoas, escolher uma carreira significa ter de responder àquela velha questão: seguir o coração e fazer o que gosta ou optar, de forma mais racional, por uma profissão que dê retornos financeiros imediatos?

Você se identificou? Então, este post é para você! Nele, vamos explicar por que é fundamental construir uma carreira a partir daquilo que você ama fazer. Acompanhe nossas ideias e inspire-se!

1. As flutuações da vida e do mercado

Muitos estudantes, ávidos por se estabelecerem como profissionais bem-sucedidos e alcançarem alta remuneração, colocam a carruagem na frente dos bois e escolhem profissões que não correspondem a suas habilidades, interesses e competências.

Eles se esquecem de que obter um diploma (mesmo que seja de uma profissão mais tradicional, como odontologia ou direito, por exemplo) não é sinônimo de ganhos vultosos imediatos.

Primeiro, porque para conseguir destaque em um campo de atuação é preciso muita dedicação, perseverança e expertise. Segundo, há profissões tidas como “rentáveis” que já estão absolutamente saturadas de profissionais desmotivados. Terceiro, a economia flutua o tempo todo, e áreas que costumavam contratar aos montes de repente ficam estagnadas.

Em outras palavras, não há terreno seguro quando se tem em mente apenas o retorno financeiro!

2. A motivação para brilhar

Vivemos em uma sociedade global, com quase oito bilhões de pessoas, a maioria em idade ativa e inserida nas milhares de universidades ou no mercado de trabalho. Todos querem se destacar, viver bem, ser reconhecidos.

Nesse contexto, é muito difícil conseguir se diferenciar se você ocupar um cargo com o qual não se identifica e para o qual não se sente motivado. Isso acontece porque motivação demanda interesse, dedicação e disposição para estar constantemente em busca de capacitação.

Brilha quem se diverte trabalhando, quem transforma sua atuação diária em arte e vive buscando maneiras de se atualizar e aperfeiçoar!

3. As lições que o tempo nos traz

O tempo é um professor silencioso, porém eficiente. Depois de anos na mesma profissão, você verá que a demanda física e psicológica de fazer cotidianamente algo de que não gosta não é recompensada pelos ganhos financeiros, mesmo se o seu salário for mais alto do que a média e lhe proporcionar status.

A vida acontece em todos os momentos e não só nos finais de semana ou nas férias. Sacrificar 60% do seu tempo desperto (dependendo do emprego, 40 ou 44 horas semanais) em prol dos outros 40% acabará se provando uma tarefa árdua e difícil de sustentar por muito tempo.

4. A dádiva da qualidade de vida

Qualidade de vida é sinônimo de plenitude, de viver dia após dia respeitando o seu ritmo, a sua saúde, o seu corpo e a sua mente. Trata-se de um ideal que começou a ser difundido recentemente e que, infelizmente, a maioria ainda desconhece.

Aqui você pode argumentar: “Mas o mundo em que vivemos é complexo, é preciso dinheiro para alcançar uma vida plena e saudável.” Sim, você tem razão.

É preciso ter uma situação financeira estável para ter qualidade de vida, morar em uma boa região, praticar exercícios diariamente, sair com os amigos, ter um ciclo de sono completo todas as noites, se alimentar de forma saudável etc.

Contudo, ter um bom salário não significa ter qualidade de vida, ainda mais quando você desperdiça o tempo e a criatividade executando tarefas nas quais não vê sentido.

5. O peso das decisões

A decisão do curso de graduação, e consequentemente da carreira futura, deve ser ponderada com calma, e todas as variáveis (ou “fatores de influência”) precisam ser pesadas. A situação de cada ser humano é única, e ninguém conhece a sua situação melhor do que você.

O ideal é encontrar um equilíbrio entre fazer algo que interessa, algo que condiz com a sua personalidade e habilidades naturais, e atuar em um campo promissor, que esteja alinhado com as questões do nosso século e tenha o potencial de se expandir.

Como encontrar esse equilíbrio?

6. A vocação profissional como guia

Primeiramente, é preciso que você se conheça a ponto de conseguir identificar a sua vocação, aquela inclinação que brota naturalmente para alguma atividade, ideia ou campo. Alguns têm predisposição para a música, por exemplo, outros para a dança, para os cálculos, e assim por diante.

Identifique as suas habilidades, os seus gostos, os seus interesses e elabore um mapa das suas preferências. Busque a sua essência como indivíduo, entenda o que faz você ser único e liste as possibilidades de cursos e carreiras a partir daí.

É claro que os possíveis retornos financeiros devem ser considerados, bem como o mercado de trabalho e a economia. Entretanto, perceba que essas questões formam apenas um aspecto da decisão. O essencial é seguir aquilo que representa a sua percepção do mundo e de si mesmo.

7. A mudança possível

Sabe aquela insatisfação que temos em relação ao jeito como as coisas são? Pois bem, ninguém pode mudar o mundo sozinho, mas fazer algo de que gosta, transformar a sua atuação em arte, mesmo que no início o retorno seja mínimo, já é um passo na direção de uma transformação positiva, pequena, porém significativa.

Só conseguimos ser generosos conosco e com os que nos cercam quando nos respeitamos, nos valorizamos e encontramos motivos para ser otimistas no caos do dia a dia.

8. A recompensa existe para quem faz escolhas conscientes

Se fizer uma escolha coerente com quem você é, não tenha dúvida de que obterá sucesso e reconhecimento, independentemente da profissão seguida. As pessoas bem-sucedidas são aquelas que veem significado no que fazem e que enxergam possibilidades de melhorar o mundo à sua volta.

A vocação profissional funciona como uma bússola que aponta para um caminho; aprenda a identificá-lo. Conheça as suas forças e as suas dificuldades. Construa a sua carreira a partir daí.

E se você está lendo este texto e se questionando a respeito de suas opções, parabéns! Refletir antes de fazer uma escolha importante como essa já é sinônimo de coragem e sabedoria!

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