6 tendências de tecnologia na educação que vão mudar o mundo!

  • 13/set/2017

6 tendências de tecnologia na educação que vão mudar o mundo!

Descobertas científicas e avanços tecnológicos são responsáveis por grandes mudanças nas sociedades em que surgem. Basta lembrar da máquina a vapor na Revolução Industrial europeia e o sem fim de outras inovações que seguiram essa invenção. Não foram apenas novos equipamentos, mas novas formas de produzir, de consumir e de organizar a sociedade em torno disso.

Hoje estamos começando a sentir o impacto da tecnologia na educação. No que diz respeito às Tecnologias da Informação e Comunicação — as famosas TICs —, não apenas seu avanço tem sido cada vez mais vertiginoso, como os aparelhos estão se tornando mais acessíveis. Não é à toa que, das últimas três décadas para cá, as casas foram invadidas por computadores domésticos e smartphones.

As novidades do mundo digital substituem uma cultura baseada na regulação e na escassez da informação pela possibilidade de acessar uma infinidade de textos e aprender sobre qualquer assunto em qualquer lugar. Além, é claro, de possibilitar o usuário de produzir seus próprios materiais e distribuí-los gratuitamente na internet.

Se já há tanta tecnologia disponível para escolas, professores e alunos, já estamos mais do que prontos para uma revolução da educação, não é? No post de hoje, apresentamos 6 novidades que prometem transformar nossos modos de ensinar e aprender. Confira!

1. Gamificação

Algumas pessoas utilizam o termo gamificação para se referir à utilização de jogos eletrônicos no trabalho ou na sala de aula, mas a definição correta tem a ver com a importação de elementos típicos de games para atividades em outros contextos.

Elementos tais como nível, pontuação, ranking, narrativa, medalhas etc. Por exemplo, um professor concede pontos aos seus alunos por participar da aula e ajudar a tirar as dúvidas dos colegas e apresenta semanalmente para a turma uma lista dos melhores pontuados.

O principal objetivo da gamificação é atribuir um valor extrínseco à determinada ação quando ela, em si, não inspira os participantes a executá-la. Dessa forma, é possível engajar os alunos em atividades pelas quais eles não costumam se interessar.

Ainda que alguns desses ingredientes sejam mais facilmente acompanhados com o auxílio de um computador, nada impede que isso ocorra em um ambiente 100% analógico.

Isso mostra como tecnologias, além de novos objetos no mercado, são também novos modos de pensar e influenciam nossas práticas mesmo quando os artefatos não estão presentes.

2. Aprendizagem móvel

Agora que a internet já cabe no nosso bolso, e nós não precisamos mais de fios para permanecermos conectados, não há pergunta que fique muito tempo sem resposta, seja onde for.

Além de permitir que o usuário faça pesquisas e acesse páginas na web, os smartphones também contam com uma série de aplicativos que possibilitam a produção de imagens, vídeos e áudios.

Dessa forma, da sala de aula ao campo de pesquisa, sempre será possível fazer registros, consultar informações e distribuir material digital com facilidade. A antiga sala de informática se expandiu e agora está em todo lugar.

A aprendizagem não apenas se tornou móvel no espaço, mas também no tempo, porque toda hora pode ser hora de aprender.

3. Softwares de acessibilidade

Um dos grandes desafios das instituições de ensino hoje ainda é oferecer um serviço que possa ser bem-aproveitado por estudantes portadores de necessidades especiais. Ainda é bastante raro encontrar, por exemplo, intérpretes de Libras nas escolas ou nas faculdades.

Essa falta faz com que essas pessoas se deparem com mais uma barreira na sua busca por uma formação. Ainda que elas estejam presentes nos mesmos espaços, se eles não estiverem adaptados para as suas necessidades, as intenções de inclusão caem por terra.

Por outro lado, aqui e acolá surgem algumas ferramentas para auxiliá-las nessa luta. Aplicativos como dicionários de Libras, softwares de reconhecimento de voz e editores de audiolivros são alguns exemplos.

4. Plataformas de leitura

Plataformas de leitura são sites, aplicativos ou mesmo aparelhos que permitem que o usuário acesse uma grande quantidade de textos digitais e mantenha um acompanhamento constante do seu progresso sem grande esforços. Funcionam basicamente como um Netflix de livros.

Algumas dessas plataformas são sites que possuem convênio com escolas e disponibilizam seus serviços para turmas inteiras, outros são mais individuais, como o Kindle Unlimited, que disponibiliza para os assinantes uma infinidade de títulos para baixar livremente em seus leitores digitais.

A grande vantagem, além da economia, é a possibilidade de ler o que quiser em qualquer lugar sem a necessidade de carregar peso nas costas, já que cabe tudo no bolso.

5. Cloud computing

O aumento da velocidade da internet nos permite acessar o que quisermos com, cada vez mais, maior rapidez. Tanto é que armazenar arquivos em servidores externos tem se tornado uma prática comum, tanto para economizar espaço, quanto para buscar por segurança. As pessoas estão migrando seus dados para as nuvens em vez de apenas guardá-los localmente.

Além da vantagem de proteger seus arquivos mais importantes de fatalidades e poupar espaço no HD, outro grande diferencial que o cloud computing oferece é a fácil distribuição e a edição simultânea de documentos.

Essas possibilidades abrem novos caminhos no que diz respeito à produção colaborativa, já que várias pessoas podem trabalhar juntas num mesmo arquivo, cada uma na sua casa e no seu próprio computador.

6. Educação a distância

A EAD não se trata de um produto em si, mas do uso inteligente de uma série de plataformas e aplicativos que permitem a distribuição de material didático, o debate contínuo e um acompanhamento mais detalhado por parte dos educadores.

Ela pode incorporar diversas ferramentas digitais, como ambientes virtuais de aprendizagem, fóruns, chats e bibliotecas virtuais.

Serviços desse tipo estão se tornando cada vez mais populares, principalmente porque o modelo tradicional das aulas presenciais tem ficado cada vez mais incompatível com a rotina das pessoas que desejam começar ou voltar a estudar no ensino superior.

Ela também educa os seus alunos a terem muito mais autonomia, uma vez que cada estudante vai poder adaptar o seu progresso de acordo com a sua disponibilidade.

As novidades da tecnologia na educação parecem bastante promissoras, não? Em geral, elas apontam para uma perspectiva de educação que não se limita mais a espaços determinados ou práticas fixas. Pelo contrário, elas propõem formas de aprender que se adaptam às necessidades do estudante.

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