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Fala, Professor

Português jurídico: Termos rebuscados

A linguagem jurídica é linguagem técnica. Termos técnicos inibem falhas de compreensão. Não se pode, no entanto, em nome da linguagem técnica, justificar o uso de termos rebuscados e comprometer o bom texto. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) faz a seguinte recomendação sobre o uso de alguns termos.

 

Evitar (Preferir)

abroquear (fundamentar)

apelo extremo (recurso extraordinário)

areópago (tribunal)

a teor (conforme, de acordo)

com espeque (com base)

com fincas (com base)

com supedâneo (com base)

descabe falar (não há falar)

estribado (com base)

espalma (indica)

empilha (traz, coleciona)

em sede de Recurso (no recurso)

em sede (em instância)

em sendo assim (assim)

indigitado (réu)

hostilizada (recorrida)

no que pertine (no que concerne)

inobstante (não obstante)

peça incoativa (petição inicial)

petição de intróito (petição inicial)

peça increpatória (denúncia)

proemial delatória (denúncia)

trancatório (denegado)

vergastado (recorrido)

 

Um abraço e boa semana!

Marcelo Paiva

Sobre o autor: Mestrando em Linguística e pós-graduado em Português Jurídico e Direito Público, Marcelo Paiva ministra cursos em diversos órgãos e empresas no Brasil e em Portugal (Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior Eleitoral, Tribunal de Contas da União, Ministério Público da União, Polícia Federal, tribunais regionais, Correios, HBO, University of Kentucky, Civic League of Boston, etc.). É autor de 32 livros e desenvolve cursos presenciais e a distância.

Saiba mais: Intervir, provir e prover

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