Gestão de RH: o que esperar do curso superior?

  • 05/jul/2017

Gestão de RH: o que esperar do curso superior?

Atualmente as empresas sabem que seu maior ativo são os recursos humanos. Mais importantes que a estrutura física ou equipamentos, são as pessoas que fazem com que os resultados aconteçam e os objetivos se tornem realidade. Por esse motivo, a Gestão de RH se tornou altamente estratégica nas organizações.

E você, já conhece esta profissão? Sabe o que se estuda neste curso e as oportunidades que o gestor de RH encontra no mercado? Quer conhecer as perspectivas para a Gestão de RH nos próximos anos? Então, não perca este post! Você vai descobrir tudo sobre essa carreira cada vez mais importante para as organizações!

Por que a Gestão de RH é tão importante para as empresas?

Como falamos no início do post, os especialistas concordam que o sucesso de uma empresa depende diretamente da qualidade dos seus recursos humanos.

Afinal, são as pessoas que têm grandes ideias, realizam cada um dos processos que se inicia no desenvolvimento de um produto e termina em sua venda, atendem o cliente e representam a organização.

Para que a empresa atinja os seus objetivos e tenha resultados extraordinários, só existe um caminho: investir na gestão de pessoas ou Gestão de RH. O departamento é tão importante para as organizações que ele é considerado estratégico e essencial para que elas alcancem o sucesso.

Vamos falar da atuação do RH de forma mais detalhada em outro tópico, mas, de forma geral, podemos sintetizar o papel do profissional de RH em algumas funções principais, que envolvem a coordenação de:

  • processos de recrutamento e seleção de candidatos;
  • treinamento e ambientação de novos funcionários;
  • análise do desempenho dos colaboradores e das equipes;
  • projetos de capacitação para aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências;
  • estabelecimento de medidas que visam aumentar a produtividade;
  • motivação e mobilização dos colaboradores para que eles alcancem patamares mais elevados de desempenho e performance, contribuindo para a produção de resultados extraordinários.

Esta descrição é bastante resumida, mas expressa em linhas gerais a importância que um gestor de RH tem dentro de uma companhia. Em outras palavras, podemos dizer que, se uma organização tem objetivos estratégicos, é ele quem escolhe as pessoas e direciona o trabalho de toda a equipe para que eles sejam alcançados.

Ficou interessado? Então chegou a hora de conhecer o perfil do estudante de Gestão de RH. Essa pode ser a sua oportunidade de descobrir se essa carreira foi feita para você!

Qual é o perfil do estudante de Gestão de RH?

Na Gestão de RH, o profissional se envolve com pessoas o tempo inteiro. Por isso, o estudante que deseja iniciar uma carreira nessa área precisa gostar de lidar com gente e demonstrar habilidade para isso. Obviamente, o curso irá desenvolvê-la, mas é importante que o aluno já tenha uma certa inclinação para esse tipo de interação.

Além disso, o estudante precisa desenvolver visão ampla dos negócios, pensamento estratégico e também capacidade de liderança. Ele deve se preparar para dominar a linguagem dos negócios, antecipar cenários e saber trabalhar em parceria com outros gestores.

Outra qualidade muito importante para o estudante e futuro profissional de RH é sua capacidade de planejamento e organização. Ela será necessária tanto para gerenciar os procedimentos burocráticos quanto para implementar ações que visam determinado resultado para a companhia.

Gostei da ideia, mas como é o curso?

Como você pode imaginar, no curso se fala muito sobre legislação e questões trabalhistas. Esses são assuntos que o gestor precisa dominar para garantir que a empresa efetue todos os procedimentos de forma correta.

Também fazem parte da grade os cálculos previdenciários, contabilidade e matemática financeira. No entanto, esses são aspectos operacionais com os quais o RH precisa lidar, mas que já contam com ferramentas tecnológicas no mercado para fazer isso de forma automática, necessitando apenas de supervisão.

Pensando nas reais necessidades das empresas, grande parte das aulas e disciplinas dos cursos de Gestão de RH têm um outro enfoque: a gestão de pessoas, propriamente dita. Entre os principais tópicos estudados, podemos destacar:

  • Relações de trabalho;
  • Negociação de conflitos;
  • Saúde e segurança no trabalho;
  • Comunicação empresarial;
  • Direito trabalhista;
  • Administração;
  • Psicologia organizacional.

Existe também um aspecto ainda mais fascinante do curso. Trata-se de uma habilidade que o estudante vai desenvolver e levar para o resto de sua vida: a capacidade de “ler” as pessoas, interpretar seus comportamentos e influenciá-las positivamente.

O curso tem o status de Superior em Tecnologia e pode ser concluído no período de 2 anos, o que permite uma formação rápida e voltada diretamente para a atuação no mercado de trabalho.

Como o gestor de RH atua?

Falamos lá no começo, de forma rápida, como o RH atua dentro das organizações. Agora chegou a hora de detalhar um pouco mais suas funções para você entender como é a rotina desse profissional e descobrir se é o que deseja fazer em sua carreira.

É mais comum o gestor de RH trabalhar em grandes organizações. Já nas pequenas e médias empresas, muitas vezes ele atua como consultor. Porém, quando falamos das empresas de grande porte, ele é considerado um executivo tão importante quanto aqueles que dirigem departamentos como os de marketing, vendas, desenvolvimento de produtos, entre outros.

Entenda o que ele precisa fazer, quais são suas atribuições e por que esse profissional é tão importante para garantir que a empresa alcance seus objetivos.

1. O gestor de RH precisa conhecer profundamente o negócio

Lembre-se de que, assim como os outros executivos da empresa, o gestor de RH tem um compromisso: atingir os objetivos estratégicos da organização.

Portanto, se a empresa quer alcançar uma determinada meta, como aumentar sua participação no mercado em 5% no próximo ano, ele precisa pensar em maneiras de capacitar os funcionários e mobilizá-los para que isso realmente aconteça.

Para isso, ele precisa conhecer muito bem o negócio. Ele vai se sentar à mesa de negociações com os outros diretores, e discutirão juntos os objetivos da empresa, os desafios que ela encontra no mercado, quais são os problemas internos que estão impedindo que esse resultado ocorra e como solucioná-los.

Depois disso, ele vai elaborar as soluções possíveis dentro da sua área para que essas metas se tornem realidade. Pode ser a contratação de novos funcionários, o treinamento dos atuais, a criação de um programa de incentivo etc.

As iniciativas podem variar, mas o fato é que ele deve realmente saber o que a empresa precisa. Só assim ele vai conseguir direcionar o trabalho dos funcionários e mobilizá-los para que as metas se tornem realidade.

2. O gestor de RH orienta os processos burocráticos relacionados ao departamento pessoal

Embora o foco do RH deva ser voltado para a atuação estratégica, não podemos negar que o Brasil tem uma legislação trabalhista complexa. O resultado disso nas empresas é uma enorme quantidade de tarefas burocráticas.

Apesar de o mercado ter hoje softwares que facilitam todas essas tarefas e fazem cálculos automaticamente, é responsabilidade do gestor de RH supervisionar sua equipe e garantir que tudo seja feito de acordo com as determinações previstas em lei.

Ele também precisa assegurar-se de que os órgãos oficiais receberam todas as informações, relatórios e comprovantes que a empresa precisa fornecer. Assim, ele garante que ela não sofra penalidades como multas.

3. O gestor de RH é responsável pelo recrutamento dos melhores candidatos

Você se lembra de que nós falamos que uma das principais necessidades das empresas hoje é fazer com que seus funcionários sejam mais produtivos para que ela consiga competir no mercado e sobreviver?

Pois uma das principais iniciativas que fazem as organizações saírem à frente nesse quesito é a contratação de profissionais qualificados. Quando as empresas conseguem atrair os maiores talentos do mercado, isso já representa um enorme avanço para que elas tenham um resultado melhor.

Para isso, elas precisam ter um processo de recrutamento e seleção muito bem conduzido, e o papel do RH é fundamental aqui. Ele vai se sentar com o gestor da área que precisa contratar, verificar exatamente quais serão as tarefas do funcionário contratado, definir um perfil para o cargo e iniciar o recrutamento.

Depois dessa etapa interna, ele vai divulgar as vagas nos canais mais adequados para encontrar os candidatos que deseja, filtrar os currículos com os requisitos essenciais e realizar uma série de avaliações para identificar o candidato mais apropriado.

Quando consegue fazer isso com sucesso, o RH contribui muito para os resultados da empresa. Um funcionário qualificado exige menos tempo e recursos com treinamento, além de entrar e rapidamente começar a produzir com a qualidade e velocidade esperadas.

4. O gestor de RH é responsável pelo desenvolvimento dos colaboradores

Também já comentamos que o gestor de RH se senta à mesa com os outros executivos e conhece os desafios do mercado, problemas da empresa e as necessidades da organização.

No que diz respeito ao departamento dele, isso significa capacitar as pessoas para atuarem de forma a solucionar esses problemas. Portanto, se a empresa precisa vender mais, é papel dele elaborar programas de treinamento para capacitar os vendedores para que consigam melhores resultados.

Se a marca não consegue uma aceitação tão grande no mercado porque a qualidade do produto deixa a desejar, ele vai trabalhar para que os colaboradores sejam preparados para produzir mercadorias de acordo com as expectativas do cliente.

E o mesmo vale para todos os outros departamentos da empresa: marketing, produção, atendimento ao cliente, entre outros. O RH identifica obstáculos que impedem essas equipes ou setores de serem mais produtivos e lucrativos e propõe alternativas para desenvolver competências e solucionar esses problemas.

Além de capacitações que visam aumentar a produtividade, o gestor de RH é responsável pela promoção de iniciativas para prevenção contra acidentes de trabalho. Os treinamentos são muito úteis nesse sentido e garantem a proteção da integridade e saúde dos colaboradores.

5. O gestor de RH é responsável por garantir condições para a produtividade

Mas não basta ter os melhores talentos do mercado se eles não encontram na empresa um ambiente ideal para fomentar a produtividade dos funcionários. Por isso, o RH atua também nesse sentido.

Para tornar o ambiente de trabalho propício à produtividade, é sua responsabilidade:

Atuar em todas as atividades que impactam no comportamento das pessoas

Entre essas atividades, destacam-se a estrutura organizacional, modelos de gestão e liderança, avaliação de desempenho dos colaboradores, reestruturações, promoções, programas de incentivos e metas, gestão de projeto e processos de sucessão, entre outros.

Realizar a gestão do clima organizacional

É preciso avaliar periodicamente como o colaborador percebe o ambiente de trabalho, ou seja, o clima organizacional.

Isso vai permitir identificar os aspectos positivos e negativos da interação com o grupo, seu impacto na satisfação e produtividade dos funcionários e principalmente fornecer um diagnóstico que sirva como base para a implantação de melhorias.

Gerenciar a comunicação interna

O RH atua através dos canais estabelecidos pela organização como quadros de avisos, intranet, informativos etc. Ele pode publicar artigos referentes à empresa, orientações sobre procedimentos, informações sobre vagas em aberto, entre outras possibilidades.

Gerenciar a remuneração e benefícios dos funcionários

Nem só por felicidade e realização as pessoas trabalham. O RH faz a gestão do salário mensal, horas extras, gratificações e prêmios.

Ele também organiza o pagamento de benefícios como plano de saúde e vale-transporte, além de ficar antenado às tendências de mercado e ver se sua empresa oferece vantagens compatíveis com as de organizações do mesmo porte na região.

Essa equiparação com as condições oferecidas pelo mercado é fundamental para a retenção de talentos.

Organizar o plano de carreira dos funcionários

Um ambiente de trabalho estimulante é motivador — e os salários e benefícios também contribuem para a produtividade —, porém muitos colaboradores (especialmente os mais capazes) são muito atraídos e se entusiasmam com a oportunidade de ascensão profissional.

Por isso, um dos aspectos que o gestor de RH precisa orientar é a elaboração de planos de carreira transparentes. Com eles, os colaboradores se sentem motivados não só a produzir mais e melhor, mas principalmente a buscar o autodesenvolvimento para terem acesso a novas oportunidades.

Portanto, o curso de Gestão de RH prepara o futuro profissional e fornece todas as ferramentas necessárias para que ele tenha sucesso em sua carreira.

Como é o mercado para gestores de RH?

Mesmo em tempos de crise, há mercado e espaço de atuação para esse profissional. Isso acontece por um motivo simples: diante da instabilidade econômica, as empresas precisam fazer com que seus colaboradores produzam mais.

Essa é uma medida para aumentar a lucratividade e permitir a sobrevivência em um mundo competitivo. Esse cenário faz com que as empresas entendam que, para atingir esse nível de produtividade, é necessário contar com um bom profissional que saiba como direcionar o trabalho dos colaboradores para obter resultados.

​Além dessas demandas, como dito anteriormente, o Brasil possui uma legislação trabalhista muito complexa, o que faz as empresas dependerem de profissionais altamente especializados para coordenar esse departamento.

O gestor de RH tem a capacitação necessária para orientar sua equipe quanto aos procedimentos mais eficientes para:

  • a elaboração de folha de pagamento;
  • o relacionamento com sindicatos;
  • o recolhimento dos direitos trabalhistas;
  • a prestação de contas aos órgãos oficiais;
  • a contratação e manejo de funcionários temporários.

O gestor de RH pode trabalhar como contratado fixo em grandes empresas, nas quais sua atuação estratégica é altamente valorizada. Porém, caso ele deseje atuar com mais liberdade, encontrará muitas oportunidades em escritórios e consultorias.

Outras alternativas que ele encontra à disposição são o trabalho numa empresa especializada em seleção e contratação ou “marketplaces” de recrutamento que demandam a atuação de headhunters.

Quanto à perspectiva profissional e salarial, o cargo geralmente oferecido para iniciantes é o de Analista de Recursos Humanos Júnior. A remuneração média inicial para a função é de R$ 1.950,00.

No entanto, ao longo da carreira o profissional se torna extremamente valorizado. Um gerente de recursos humanos tem remuneração média de R$ 7.490,00 mensais, e um diretor de recursos humanos, R$ 20.940,00.

No entanto, estamos falando de uma média salarial. Quando o profissional realmente se destaca e passa a fazer parte do quadro de executivos de uma grande organização, esses valores podem se multiplicar.

Um levantamento feito pela revista Exame e divulgado em abril de 2017 revelou que o salário anual de um diretor de recursos humanos com mais de 12 anos de experiência pode chegar a R$ 690.000,00 anuais — o que representa mais de R$ 58.000,00 reais por més!

O que posso esperar da área em 10 anos?

A área de gestão de recursos humanos mudou muito nas últimas décadas. Ela passou de um departamento totalmente voltado para atividades burocráticas para uma coordenadoria fundamental para o sucesso das organizações.

Mas, como você deve ter percebido, a sociedade e o mercado continuam mudando. Para se adaptar aos novos tempos e continuar competitivas, as empresas também terão que alterar sua estrutura para favorecer o desenvolvimento e a produtividade de seus colaboradores.

Algumas dessas mudanças já estão aparecendo no setor de RH. Quer conhecê-las e saber o que esperar delas nos próximos anos?

Empowerment

Trata-se de uma estratégia das organizações em que o poder de decisão é delegado aos colaboradores, geralmente adotada por empresas com cultura participativa.

Os funcionários ou equipes têm a oportunidade de tomar decisões com as informações fornecidas pelos gestores, o que aumenta sua participação e responsabilidade na direção da empresa.

O resultado desse conceito é a flexibilidade nos processos, rapidez na tomada de decisão, compartilhamento de responsabilidades e desenvolvimento de uma visão organizacional mais ampla pelos funcionários.

Recrutamento a distância e via mídias sociais

Hoje o mercado dispõe de recursos e plataformas que permitem a captação de candidatos e a realização de etapas do recrutamento online. O objetivo é garantir a agilidade do processo, reduzir custos e possibilitar a participação de pretendentes que estão distantes.

Além disso, as empresas buscam uma visão mais realista do candidato por meio de sua participação nas mídias sociais. Ela indica certas características pessoais e ajuda a avaliar não só o comportamento, mas as experiências, interesses, talentos e produção espontânea de um indivíduo.

Valorização e disseminação da cultura organizacional

Está chegando ao mercado uma nova geração que não se preocupa apenas com as opções de carreira e remuneração. Entre suas principais motivações está a aderência à cultura organizacional — o conjunto de valores que norteia as ações de uma organização.

Essa cultura é importante não só para a retenção de talentos, mas principalmente para definir a identidade da companhia e servir como guia para as ações de gestores e funcionários.

Para o RH, a adequação à cultura organizacional é um critério importantíssimo de seleção. Além da qualificação profissional, ele precisa identificar traços e características da personalidade do candidato que favorecem sua adequação ao ambiente.

Essa compatibilidade é um fator que contribui para uma longa permanência do funcionário na empresa, para o estabelecimento de uma relação produtiva e capaz de proporcionar resultados para a organização e realização pessoal para o trabalhador.

Planejamento de carreira em W

Este novo modelo de carreira prevê tanto o preparo para funções gerenciais quanto para atuação na área técnica. Ele chegou para atender o crescente nível de complexidade enfrentado pelas organizações e a multidisciplinaridade dos colaboradores.

Entre outras opções, os profissionais qualificados para atuar tanto como líderes quanto como supervisores técnicos encontram espaço em uma função cada vez mais importante nas organizações: a gestão de projetos.

Trabalho móvel

Especialmente nas grandes cidades, a mobilidade é uma questão crítica. As muitas horas perdidas em deslocamento afetam diretamente a qualidade de vida e, consequentemente, a produtividade dos colaboradores.

Ao mesmo tempo em que se verifica essas situações, as empresas percebem que as ferramentas de conexão da sociedade atual permitem uma nova modalidade de trabalho que soluciona esse problema e favorece o desempenho dos trabalhadores — o “home office”.

Por isso, o trabalho remoto tem se tornado uma realidade cada vez mais presente nas empresas, com excelentes resultados.

Contratação de freelancers

Assim como os trabalhadores remotos, o gestor de RH precisa se preparar para lidar com outra realidade também cada vez mais frequente nas organizações: a contratação de freelancers.

Esses profissionais autônomos, contratados especificamente para um projeto ou por demanda, não têm nenhum vínculo empregatício institucional como carteira assinada e outros benefícios.

No entanto, justamente por dependerem de resultados, eles têm um papel importante na produtividade e também contribuem para a redução de custos. Se bem gerenciada, essa relação pode ser vantajosa para as duas partes — para a empresa, que reduz suas despesas, e para o trabalhador, que consegue conciliar interesses pessoais e profissionais.

Então, o que achou da carreira em Gestão de RH? Gostou de conhecer as atribuições desse profissional? Se você se identificou com o perfil, saiba que essa pode ser uma excelente opção para seu futuro!

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