6 maneiras alternativas de pagar a faculdade mesmo sem dinheiro

  • 09/fev/2017

6 maneiras alternativas de pagar a faculdade mesmo sem dinheiro

As dificuldades na área da Educação no Brasil levam muita gente a crer, ainda hoje, que ter um curso superior é para meia dúzia de privilegiados. Você também pensa assim?

Pensava! A boa notícia é que, graças aos esforços do Governo Federal e de instituições particulares comprometidas com a expansão da oferta da formação superior, você também está contemplado pela chance de obter seu diploma!

Por isso, o post de hoje apresenta 6 maneiras de pagar a faculdade, mesmo com um orçamento apertado. Que tal conhecê-las e já ir se preparando para começar seu curso superior?

1. Conheça o ProUNI

O Programa Universidade para Todos — ProUNI — instituído e gerido pelo Governo Federal, concede bolsas de estudo integrais ou parciais para o desenvolvimento de estudos universitários em instituições privadas. As bolsas integrais são concedidas a alunos com renda familiar de até 1 salário mínimo e meio por pessoa. As bolsas parciais são oferecidas a estudantes com renda familiar de até 3 salários mínimos por pessoa.

Para concorrer a uma bolsa do ProUNI, o estudante deve ter cursado o ensino médio em escolas públicas ou na condição de bolsista integral numa escola privada. É necessário ainda que o candidato tenha participado do Enem, obtendo nota mínima de 450 pontos nas provas e sem ter zerado a redação. O processo seletivo é realizado pelo site do programa, em que constam todas as informações sobre a documentação exigida.

2. Tente o Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil — Fies — é um programa do Governo Federal que tem como objetivo financiar até 100% dos estudos de alunos matriculados em cursos superiores de instituições privadas. O Fies possui taxas de juros de cerca de 6,5% ao ano e pode ser pleiteado em qualquer período do curso. O estudante só começa a pagar pelo financiamento depois de sua formatura, com um prazo que pode se estender a 13 anos.

Podem solicitar o financiamento, estudantes matriculados em cursos superiores com conceito positivo em avaliações do Ministério da Educação. Para concorrer ao Fies, o aluno deve participar do processo seletivo do programa, que, entre outros aspectos, considera o perfil socioeconômico do candidato. As inscrições são feitas em fluxo contínuo pelo portal do programa, em que também constam as informações sobre a documentação necessária.

3. Pesquise sobre as bolsas de estudo oferecidas pela faculdade

É comum que as universidades privadas ofereçam bolsas de estudos integrais ou parciais para seus alunos. É uma maneira de auxiliar o estudante em seu ingresso e passagem pelo ensino superior, ou premiá-lo pela prestação de determinado serviço, como monitoria, por exemplo. Geralmente, o valor da bolsa concedida é abatido das mensalidades do curso.

Existem diversos meios para conseguir uma bolsa de estudos fornecida pela própria faculdade. Entre eles, estão a realização de provas, a apresentação de um formulário de carência e a participação em projetos desenvolvidos pela universidade, como monitoria, iniciação científica e atividades de extensão. O aluno deve conversar com a administração da instituição para explicar sua situação e demonstrar interesse em tomar parte em tais projetos.

4. Concorra a outras bolsas de estudo

Além das bolsas fornecidas pelas faculdades, é possível obter auxílio estudantil parcial por meio de programas de inclusão educacional, como o Educa Mais Brasil e o Portal Bolsa de Estudos. São programas que têm parceria com várias instituições privadas de ensino superior e oferecem bolsas que custeiam até 70% do valor das mensalidades durante todo o curso.

Os principais critérios para o processo seletivo destes programas são a ausência de condições financeiras para o pagamento integral da mensalidade e o afastamento dos estudos há pelo menos 6 meses. As inscrições para as bolsas ficam abertas durante todo o ano e devem ser feitas pelos respectivos sites dos programas, nos quais você se informa sobre os documentos requeridos.

5. Procure por financiamentos privados

Se todas as outras opções não deram certo ou não foram suficientes, ainda há a possibilidade de realizar um financiamento privado. O crédito estudantil é uma saída mais viável do que outros tipos de financiamento, como os empréstimos bancários tradicionais e o cheque especial, os quais têm altas taxas de juros e prazos de pagamento menos flexíveis.

O crédito estudantil é oferecido por instituições financeiras privadas e também pelas próprias faculdades. Em ambos os casos, o montante máximo financiado corresponde a 50% do valor da mensalidade do curso. As taxas de juros e as condições de pagamentos da dívida variam de acordo com cada instituição de ensino e companhia financeira. Por isso, é importante fazer uma comparação entre as diferentes fontes de financiamento.

O financiamento privado pode ser contratado pelo aluno ingressante na faculdade ou já matriculado na instituição. Entre os pré-requisitos para obter a aprovação do financiamento, estão a existência de um fiador, a comprovação de renda, a ausência de restrições junto ao SPC e ao SERASA, bem como a inexistência de pendências com a Receita Federal. As condições de contratação variam conforme a instituição.

6. Faça você mesmo

Como você viu, existe luz no fim do túnel para quem não dispõe de condições financeiras para arcar totalmente com o investimento em um curso superior! Além de recorrer a uma das possibilidades elencadas, existem ações simples ao seu alcance para ajudar a economizar e direcionar recursos para custear seus estudos.

O espírito empreendedor e o do it yourself são tendências do mundo contemporâneo, quer dizer, há sempre algum talento ou algo que você saiba fazer para gerar uma pequena renda extra. Sabe fazer doces? Fabrica algum tipo de artesanato? Conhece bem um idioma e pode atuar como tradutor? É bom em tecnologia e sabe formatar computadores? Tudo é válido! Entre em contato com suas habilidades! Você ganhará experiência, maturidade e autoconfiança!

Todas essas alternativas para pagar a faculdade podem também ser meios para garantir o custeio de um curso a distância. Fazer uma graduação por meio da EAD é uma escolha ideal para quem que têm pouca disponibilidade de tempo, mas sabe de importância de ter um diploma. Além disso, sabia que os cursos a distância possuem concorrência geral mais baixa e um custo-benefício bem mais interessante que os presenciais?

Com tudo isso em mãos, seu objetivo de fazer um curso superior e ter melhores chances no mercado de trabalho estão mais perto de você, não acha? Então, não perca tempo! Escolha o que melhor se ajusta à sua realidade e vá em frente!

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