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Desenvolvedor full stack: tudo sobre esta carreira em ascensão

desenvolvedor full stack

Índice

O ramo de software tem se mostrado cada vez mais presente e necessário, uma vez que, com a transformação digital, seus serviços se tornaram praticamente indispensáveis para a evolução do mercado. Nesse cenário, os desenvolvedores full stack têm um importante papel.

Aqui, vale lembrar que esses profissionais normalmente são especializados em determinadas tecnologias. No caso dos desenvolvedores web, existem aqueles que são especializados em conhecimentos back-end — utilizados na integração entre plataformas e busca de dados, por exemplo — e outros que entendem de front-end, que é tudo aquilo que é visível para o usuário final.

Entretanto, quando esses profissionais precisam se comunicar, a troca de informações nem sempre flui tão bem. Essa é uma das razões pela qual os desenvolvedores full stack têm sido mais importantes para as empresas.

Levando isso em consideração, contaremos a seguir o que esse profissional faz, qual o seu perfil, como está o mercado na área, entre outras informações. Quer conferir tudo isso? Então vem com a gente!

O que faz um desenvolvedor full stack?

Diferente dos profissionais de software mencionados anteriormente, o desenvolvedor full stack tem conhecimento tanto sobre a parte de front-end quanto a de back-end de uma aplicação. Além disso, ele também tem noções sobre banco de dados, aplicações mobile, metodologias ágeis, entre outros.

No caso do front-end, pode-se definir como tudo aquilo que fica visível para o usuário. Por exemplo, ao acessar uma rede social, o internauta consegue interagir com botões, caixas de comentários, visualizar número de likes ou visualizações etc. Tudo isso faz parte do front-end e é apenas uma parte do que o desenvolvedor full stack está apto a criar. Essa ideia também abrange conceitos como responsividade e a experiência do usuário.

Enquanto isso, o conceito de back-end abrange tudo aquilo que não é visível para o usuário, ou seja, a comunicação com o servidor. No exemplo da rede social, o back-end inclui processos de postagem de conteúdo, armazenamento de dados, solicitações para seguir etc.

Há companhias que empregam profissionais tanto para atuar apenas no front-end quanto no back-end, mas, em muitos casos, há a necessidade de que o desenvolvedor conheça as duas áreas, atuando, assim como um full stack.

Qual é o perfil de quem quer seguir nessa carreira?

De modo geral, um desenvolvedor full stack precisa conhecer muito bem todos os procedimentos, desde a estrutura visual até a publicação do software em um servidor. Entretanto, as tecnologias utilizadas nesse processo podem variar bastante a depender do projeto e da empresa na qual trabalha.

O que há em comum é o fato de que todo desenvolvedor precisa estar sempre atualizado e gostar de adquirir novos conhecimentos — e aqui podemos incluir mais do que os full stack — afinal, é uma área que está em constante evolução.

Ao falarmos das técnicas e conceitos que um desenvolvedor full stack precisa conhecer e saber aplicar em projetos, normalmente incluímos questões de usabilidade, versionamento de código, banco de dados, nuvem e infraestrutura e a área mobile. Isso, é claro, além de linguagens de programação voltadas para o front-end e para o back-end.

Quais são as características do profissional?

Como mencionamos, um desenvolvedor full stack deve, antes de tudo, querer estar sempre atualizado em relação ao meio tecnológico e, especialmente, às tecnologias que utiliza. Isso porque, além de ser um ramo que se atualiza frequentemente, a lista de conhecimentos desse profissional é relativamente grande — portanto, é preciso gostar de se informar e aprender.

Uma outra característica relevante em um desenvolvedor full stack é o perfil proativo e voltado para atividades mais práticas. Nesse sentido, é interessante que o profissional conte com experiência o suficiente para implementar recursos com segurança e qualidade, e a melhor forma de adquirir essa habilidade é por meio do aprendizado e práticas diárias.

Além disso, esses desenvolvedores costumam ser a referência daqueles que têm menos experiência na área de projetos de software. Dessa forma, também é de grande importância que o full stack saiba atuar bem ao solucionar problemas complexos e tenha a capacidade de tomar decisões importantes durante o desenvolvimento de projetos.

Entre os problemas com os quais esse profissional precisa saber lidar bem durante a sua rotina estão inclusos — além dos clássicos bugs em códigos — os eventuais gargalos de desempenho, a escalabilidade da estrutura adotada, facilidade de manutenção do código e aspectos relacionados.

Como está o mercado de trabalho?

Assim como ocorre com outros cargos na área de TI, o desenvolvedor full stack pode atuar em empresas de todos os tamanhos. Apesar disso, é mais comum encontrá-los em empresas mais novas, como as startups.

Em questão de vagas, a demanda por profissionais de tecnologia tem crescido consideravelmente nos últimos anos e para o full stack o cenário não é diferente. As empresas buscam colaboradores capacitados, adaptáveis e que tenham uma visão ampla dos projetos desenvolvidos.

As habilidades encontradas nesses desenvolvedores são bastante vantajosas, uma vez que, ao compreender as necessidades e dificuldades em todos os aspectos de um projeto, é mais fácil encontrar soluções rápidas e eficazes.

Ao tratar da remuneração, temos outro ponto de destaque. Os números são atraentes e podem variar partindo dos R$ 4 mil e ultrapassar os R$ 14 mil, a depender das tecnologias envolvidas e experiência do candidato.

Como uma pós-graduação pode ajudar nessa carreira?

A área de desenvolvimento de software não é regulamentada, portanto, não é exigido um diploma para atuar nela. Entretanto, contar com uma graduação combinada a uma especialização é, sem dúvidas, uma maneira significativa de facilitar uma contratação e conseguir os melhores salários do mercado.

Aqui, a internet passa a ser uma grande aliada, uma vez que, por meio dos cursos online, é possível se manter atualizado e aprender com facilidade sobre as principais tecnologias do mercado. Além disso, profissionais que já têm uma formação podem não contar com a mesma disponibilidade de tempo que estudantes da área.

Nesse aspecto, uma pós-graduação EAD pode ajudar a melhorar a carreira do profissional de maneira significativa, visto que, além do diferencial no momento da contratação, é possível estudar com flexibilidade de horário, o que é ideal para quem já atua na área.

Dessa forma, é muito mais fácil aprender as melhores práticas e tecnologias da atualidade, melhorando a produtividade e qualidade dos projetos e, consequentemente, o salário.

Fica claro, portanto, que as vantagens de ser um desenvolvedor full stack vão além das melhores condições de salário, visto que, com a devida especialização, é possível ter uma performance melhor e conhecimentos mais amplos na engenharia ágil de software e processos de desenvolvimento em geral. Para isso, a realização de uma pós-graduação se mostra o melhor caminho.

Entendeu como uma especialização pode melhorar as habilidades de um desenvolvedor? Então confira agora mesmo como escolher a pós-graduação que vai turbinar a sua carreira!

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