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Engenharia Robótica: quais são as tendências e oportunidades de atuação?

engenharia robótica
Tempo de Leitura: 4 minutos

Como anda o seu nível de empregabilidade ultimamente? Pensar nele de vez em quando é importante, já que o indicador aponta para a nossa capacidade de brilhar e de se manter no mercado de trabalho. Para ostentar esse índice lá no alto, é fundamental se inserir em uma área promissora, que ofereça um amplo leque de oportunidades, como a Engenharia Robótica.

Assim como acontece em outros campos profissionais atrelados à tecnologia, essa engenharia costuma recompensar seus especialistas de várias maneiras. Além de um profundo contato com algumas das mais recentes inovações tecnológicas, você tende a ser muito bem pago para realizar tarefas relacionadas à Robótica.

Quer entender melhor quais são essas atividades, as principais tendências do segmento e se animar para fazer uma pós na área? Vem com a gente!

Quais são as atividades desenvolvidas pelo engenheiro robótico?

Como você pode notar, o nome da formação é bem claro e sinaliza o óbvio: de maneira ampla e genérica, quem estuda Engenharia Robótica está apto a construir robôs. Mas é possível especificar um pouco isso, por meio de uma passagem por algumas possibilidades encontradas no mercado. Entenda.

Arquitetura de soluções

Nem sempre, por exemplo, você atuará na criação dos robôs em si. Como arquiteto de soluções, suas responsabilidades estão ligadas à visualização de saídas para driblar obstáculos — que invariavelmente aparecem ao longo da jornada de cada projeto.

Portanto, trata-se de um cargo mais alinhado a uma linha diretiva. Normalmente, ele é ocupado por profissionais que, além de muito domínio técnico, detêm certas habilidades gerenciais, com destaque para organização e boa comunicação.

Isso porque é papel desse arquiteto definir quais são os requisitos indispensáveis quanto à infraestruturas, plataformas, sistemas e softwares para que as coisas caminhem na direção desejada.

E mesmo quando os problemas surgirem, também cabe ao mesmo profissional providenciar caminhos alternativos viáveis e efetivos. Via de regra, todas as ações já são pensadas com antecedência, a fim de preservar o andamento do fluxo operacional.

Desenvolvimento de código

Por outro lado, talvez você prefira participar mais ativamente dos processos que dão vida aos robôs. Nessa linha de atuação, há bastante espaço para os chamados robotistas, que nada mais são do que os desenvolvedores, integrando o time de pessoas responsáveis por criar e aprimorar o código.

Além de uma mente criativa e raciocínio lógico apurado, essa classe de profissionais precisa ter um amplo conhecimento direcionado ao machine learning. Para um robô (mesmo que seja um simples chatbot), um código que realmente o ajude a aprender e a se desenvolver faz toda a diferença.

Claro que estamos falando sobre outros tipos de robôs, cada vez mais incorporados à IoT (Internet das Coisas), que, por sua vez, marca presença desde ambientes hospitalares ao clássico chão de fábrica.

Engenharia de nanorrobôs

Além de cuidar de toda a automação das máquinas, você também pode se especializar na engenharia de robôs minúsculos. Eles são, inclusive, muito populares na área médica — nos mais diversificados segmentos.

Existem nanorrobôs que navegam pelo corpo humano, liberando substâncias terapêuticas em locais específicos e, em certos casos, ajudando a curar quadros graves, como alguns tipos de câncer.

Há até alguns modelos constituídos de filamentos de DNA. Nesse formato, eles percorrem o organismo interno com a programação voltada para identificar anomalias e administrar remédios.

O exemplo anterior explica que, assim como em muitas outras situações que envolvem a Engenharia Robótica, o trabalho com equipes multidisciplinares tende a ser comum. No caso em questão, a participação constante de médicos especialistas é essencial para o sucesso do projeto.

Testagens

Existem algumas tarefas que podem ser realizadas por um ou mais profissionais dedicados exclusivamente a elas. Uma dessas atividades se refere às testagens dos sistemas e softwares criados e aperfeiçoados pelos devs escalados para o projeto.

Aqui, temos uma situação parecida com aquela que caracteriza as empresas de pequeno e médio porte, que contratam analistas de sistemas ou desenvolvedores full stack. Na prática, nem toda organização tem orçamento suficiente para montar times específicos para cada etapa.

De qualquer forma, algumas delas estão envolvidas com projetos de maior complexidade, que necessitam de gente focada em diferentes partes ao mesmo tempo. Nesse sentido, aparecem os engenheiros de testes, extremamente associados à qualidade final de sistemas e softwares.

Quais são as tendências nessa área?

Ao que parece, talvez não estejamos tão distantes assim de vivenciar algumas interações famosas em alguns clássicos de ficção científica do cinema. Profissionalmente falando, isso se traduz em uma rica ramificação em diferentes setores.

Medicina

Na Medicina, robôs são cada vez mais frequentes em cirurgias e, como demonstramos, no tratamento e no controle de determinadas doenças. Espécie de braço direito de médicos especializados nas mais distintas áreas, a robótica se mostra determinante no processo de evolução positiva tanto no diagnóstico, como na recuperação de pacientes.

Automação residencial

Nas residências, à medida que a IoT avança, os robôs também tendem a se tornar mais comuns do que se imagina ao longo dos próximos anos. Já existem aspiradores de pó e até dispositivos robóticos que levam bebidas aos seus usuários.

Tecnologia espacial

Se a ideia é mergulhar de cabeça em projetos mais complexos e que desafiem a gravidade, investir em uma carreira alinhada à tecnologia espacial é mais do que interessante.

Existem robôs que realizam inspeções nas estações com elevado grau de exatidão e que transportam materiais extremamente pesados, por exemplo. Há ainda aqueles criados para prestar manutenção em satélites.

Quais são as oportunidades de atuação na área?

Com base na aceleração da transformação digital pela qual o mundo todo passa, é natural que a Engenharia Robótica seja uma das áreas mais promissoras do mercado. Indo um pouco além, vale notar que esse é um campo que ainda tem muita coisa a ser explorada.

Conforme a tecnologia passa a fazer cada vez mais parte de nossas vidas (em casa, no trabalho ou durante um passeio no parque), é provável que o desenvolvimento de robôs siga o mesmo caminho. 

Qual a média salarial?

A média salarial gira em torno de pouco acima de R$ 6 mil, com um limite que se aproxima dos R$ 15 mil. A diferença está relacionada aos níveis júnior, pleno e sênior e às especificações da carreira.

Como ser um engenheiro robótico?

Para se tornar esse tipo de engenheiro, você deve cursar uma graduação em Engenharia Robótica, Mecânica ou de Controle e Automação. O segredo dos melhores profissionais da área está mesmo na realização de uma pós-graduação em Engenharia Robótica.

Na Unyleya, você encontra a pós em Engenharia Robótica com metodologia flexível, suporte total ao aluno e professores altamente sintonizados nas tendências do mercado. Soma-se a isso o nosso Centro de Carreiras, que facilita o seu ingresso no mercado de trabalho.

Ficou interessado? Venha bater um papo com a gente e se surpreender com a nossa infraestrutura!


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