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Carreiras na Pós

Conheça a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho em EAD

engenharia de segurança do trabalho

Índice

Você já pensou em fazer uma especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho? Essa é uma das áreas que mais tem ganhado destaque no mercado, já que há uma carência de profissionais realmente preparados para lidar com esse tipo de atividade.

Acontece que as exigências relacionadas à saúde e à segurança dos trabalhadores cresceram significativamente, fazendo com que as empresas precisem cada vez mais de funcionários especializados nesse ramo.

Mas o que fazer para conquistar tal título? Confira, a seguir, as principais informações sobre o tema para ficar por dentro de oportunidades na área!

O que faz um Engenheiro de Segurança do Trabalho?

Profissionais dessa área específica das engenharias são responsáveis por desenvolver ações para prevenir riscos no ambiente de trabalho, tanto de acidentes ocupacionais quanto de doenças adquiridas no esforço laboral.

Essa prevenção é feita por meio de sistemas de segurança, programas de conscientização dos colaboradores, medidas de contenção de riscos, dentre outras ações que cada setor possa precisar.

Você pode estar se perguntando se o trabalho do engenheiro nessa área é semelhante ao do técnico em segurança do trabalho. A resposta é simples: o primeiro realiza a parte especializada e burocrática, incluindo a pesquisa e a definição de melhorias, a elaboração de novos programas de segurança, entre outras questões; já o técnico, por sua vez, segue as orientações do engenheiro e coloca em prática os programas.

Como funciona o curso de especialização?

Os cursos de especialização promovem o conhecimento aprofundado em uma área específica de determinada graduação, tendo em vista as demandas atuais do mercado de trabalho. São as pós-graduações do tipo lato sensu, realizadas em pouco tempo, mas que são importantes para qualificar os profissionais e adicionar um diferencial no currículo.

Para quem esse tipo de curso é indicado?

Como se trata de um curso de especialização, vale lembrar que é preciso ser formado em um curso superior, sendo que o público-alvo, no caso da Engenharia de Segurança do Trabalho, são os bacharéis em Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

Pessoas que têm uma formação diferente até podem fazer a especialização para conhecimento próprio, mas não poderão emitir documentos oficiais ou assumir as responsabilidades do cargo, conforme as determinações da Lei nº 7.410/1985.

De toda forma, fazer a especialização é a melhor maneira de adquirir os conhecimentos necessários para se tornar um profissional da área e poder ser o responsável pelo setor de segurança do trabalho em empresas, órgãos públicos ou ainda prestar consultorias especializadas.

Com a formação, o profissional deve ser capaz de zelar pela saúde e bem-estar dos colaboradores em uma organização, evitando que sofram riscos físicos e psicológicos durante o trabalho.

Sendo assim, algumas de suas responsabilidades são:

  • estudar as condições de segurança de cada local, tendo em vista as instalações, os equipamentos etc.;
  • elaborar mapas de riscos e planos para prevenção de acidentes;
  • fazer perícias e emitir laudos técnicos;
  • fiscalizar as medidas de segurança no ambiente;
  • orientar os funcionários sobre o assunto, reforçando a necessidade de adotar medidas preventivas — especialmente quanto ao uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual);
  • promover temas como saúde, ergonomia, higiene e meio ambiente;
  • orientar a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) nas empresas.

Ou seja, toda pessoa que estiver interessada em desempenhar esse tipo de atividade deve procurar uma instituição de ensino que ofereça o curso e seja autorizada pelo MEC (Ministério da Educação), para que o diploma tenha validade em território nacional.

Como é o mercado de trabalho para Engenharia de Segurança do Trabalho?

O mercado de trabalho é aquecido para as diversas engenharias, então não poderia ser diferente para quem decide atuar como especialista em segurança do trabalho — até porque tais profissionais desempenham funções importantíssimas para os indicadores de qualquer empresa.

As demandas do mercado têm variações conforme a região, sendo que as capitais e grandes cidades apresentam índices de contratação bem maiores, principalmente nos ramos de montagem industrial, construção civil, instalações elétricas e outros.

Quais as possibilidades de atuação?

Quem se especializa em Engenharia de Segurança do Trabalho pode atuar em organizações públicas, privadas e não governamentais (ONGs), exercendo atividades de fiscalização e gestão. Também pode seguir carreira em consultoria especializada, pesquisa e ministrando aulas, além de auxiliar em processos trabalhistas e previdenciários como perito.

Os campos de atuação incluem o setor industrial em geral — indústria automotiva, química, metalúrgica, siderúrgica, petroquímica etc. — e a construção civil.

Como funciona a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho?

Uma das grandes vantagens da especialização é fazer um curso relativamente curto (de aproximadamente 15 meses) e sair com uma nova profissão. Logo, essa também é uma maneira de dar um novo rumo à carreira e conseguir outros tipos de oportunidades no mercado. Mas é claro que, para isso, é necessário se dedicar muito para aprender tudo sobre a área.

Apesar de a composição da grade curricular apresentar algumas variações de uma instituição para outra, normalmente ela é baseada em disciplinas como:

  • Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho;
  • Ergonomia;
  • Gerência de Riscos;
  • Higiene do Trabalho — Riscos Físicos, Químicos e Biológicos;
  • O Ambiente e as Doenças do Trabalho;
  • Proteção Contra Incêndios e Explosões;
  • Prevenção e Controle de Riscos em Máquinas, Equipamentos e Instalações;
  • Psicologia em Engenharia de Segurança do Trabalho;
  • Legislação Aplicada à Engenharia de Segurança do Trabalho;
  • Proteção do Meio Ambiente;
  • Documentação para a Engenharia de Segurança do Trabalho.

Além da dedicação a essas matérias para conseguir o diploma, você pode fazer um Trabalho de Conclusão de Curso, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo do período letivo, embora o TCC não seja mais obrigatório em cursos de especialização. Portanto, essa é uma disciplina optativa, mas que agrega mais conhecimento ao aluno.

Como fazer a validação junto ao CREA?

Outro detalhe importante é que, para se tornar um profissional reconhecido em Engenharia de Segurança do Trabalho, depois de concluir o curso, você deve pedir a homologação do diploma junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do seu estado.

Ele é o órgão responsável pela fiscalização do exercício profissional nessas áreas, respondendo ao CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia). Portanto, os engenheiros e agrônomos que buscam essa validação estão aptos a desempenhar as suas atividades com segurança e responsabilidade.

Já os arquitetos e urbanistas especializados devem procurar o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), que desde 2010 se tornou o conselho responsável no lugar do CREA.

Contudo, para isso, é claro que a instituição de ensino escolhida deve ser cadastrada e reconhecida pelo conselho em questão. Essa informação pode ser encontrada no site do próprio órgão na parte de serviços online — para se ter uma ideia, confira como fazer uma busca simples no site do CREA do estado do Rio de Janeiro.

Se tudo estiver certo, basta verificar as instruções de como dar início ao processo de registro profissional para anotação do curso de especialização. Em alguns estados, é possível fazer tudo pela internet, enquanto em outros é preciso apresentar os documentos pessoalmente.

Quais as vantagens de optar pela EAD?

Por fim, provavelmente você terá que escolher entre um curso de especialização a distância ou presencial. Ainda que as duas modalidades apresentem boas opções, vale ressaltar que a EAD (Educação a Distância) tem apresentado grande relevância no mercado educacional. Confira, a seguir, algumas das suas principais vantagens.

1. O diploma tem o mesmo valor do presencial

Um dos maiores mitos espalhados por aí é que o diploma EAD não tem a mesma validade do que aqueles adquiridos nos cursos presenciais, mas a verdade é que eles possuem sim o mesmo valor, desde que emitidos por uma instituição reconhecida e cadastrada no MEC.

2. Maior flexibilidade e autonomia para estudar

O grande benefício para a maioria dos alunos que têm investido na EAD é a possibilidade de melhorar sua capacitação com maior flexibilidade e autonomia. A rotina é bem diferente das aulas presenciais, que exigem local e horários predefinidos.

O aluno pode estudar em casa, criar o seu próprio ritmo de estudos e seguir os horários que mais lhe convêm. Por exemplo, se um pai ou uma mãe de família começa um novo curso, ele(a) pode cumprir com seus horários de trabalho e com os compromissos com a família, deixando para estudar depois que os filhos dormirem.

Assim, fica muito mais viável conciliar todas as atividades profissionais e pessoais, sem deixar de lado o investimento na carreira.

3. Economia de tempo e dinheiro

Quem não quer economizar, não é mesmo? Ainda mais quando se trata de tempo e dinheiro, que são recursos importantíssimos e não devem ser desperdiçados.

Nesse sentido, estudar à distância favorece a redução de gastos com transporte ou alimentação fora de casa — tipo de despesa comum para quem faz cursos presenciais. Além disso, as mensalidades geralmente são mais baratas e o material didático é todo online, evitando que você gaste com apostilas, cópias etc.

O tempo também passa a ser administrado pelo estudante, sem que haja a necessidade de ficar horas no trânsito para ir e voltar da faculdade ou mesmo de ter que acompanhar o rendimento dos outros alunos em determinadas matérias.

4. Conquista de habilidades especiais

Fazer um curso EAD significa adquirir mais responsabilidades. Não que um curso presencial não seja exigente, mas a maior autonomia faz com que o aluno tenha que ser ainda mais responsável para dar conta de tudo. Logo, habilidades como disciplina e organização costumam ser algumas de suas características especiais.

Qual a média salarial?

Dependendo do tempo de experiência e da qualificação, engenheiros de várias áreas podem ser muito bem remunerados. Se o ramo da tecnologia é um dos que têm maior empregabilidade e salários bem atrativos, a exemplo da engenharia de IOT, o ramo de segurança do trabalho não é menos favorecido.

Dados atualizados apontam que profissionais de Engenharia de Segurança do Trabalho ganham, em média, R$ 8.882,50. Já o teto da profissão se aproxima do dobro desse valor, ultrapassando os R$ 16.000,00.

Como escolher o curso EAD ideal?

Para finalizar este post, a pergunta agora é: como escolher uma faculdade EAD de qualidade, que realmente ajude a concretizar os seus planos de carreira? Para isso, você deve observar os seguintes pontos:

  • reputação da instituição de ensino;
  • grade curricular;
  • qualificação e experiência dos professores;
  • formas de acesso aos materiais de aula;
  • interação entre professor e aluno;
  • certificação do curso pelo MEC.

Após essa leitura, você deve ter compreendido que fazer uma pós em Engenharia de Segurança do Trabalho é uma boa opção para quem quer se especializar em uma área de alta empregabilidade e boa remuneração. Além disso, viu que vale a pena fazer uma pós-graduação EAD por vários motivos.

Tudo certo para dar o próximo passo? Então visite agora mesmo a página do curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho da Unyleya e saiba mais!

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