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Saiba como atuar na área de Desenvolvimento Web Full Stack

desenvolvimento web full stack
Tempo de Leitura: 4 minutos

Muita gente é apaixonada pela área e, lá no fundo, sempre quis trabalhar com tecnologia. Caso você seja uma dessas pessoas, deve ter em mente que o momento é totalmente favorável. Só enquanto lê este artigo, dezenas (ou mais) de vagas relacionadas ao Desenvolvimento Web Full Stack são publicadas em diferentes partes do mundo.

Principalmente em certos países, como no Brasil, essa alta procura por desenvolvedores (devs) está longe de ser suprida. Entre outras razões, duas delas explicam bem o cenário: a demanda cada vez maior de especialistas da área e a baixa qualidade de mão de obra realmente qualificada.

Isso faz com que as empresas tenham muita dificuldade em encontrar profissionais adequados para as posições disponíveis. Já pensou em aproveitar essa oportunidade? Confira os principais detalhes sobre a área de Desenvolvimento Web Full Stack! 

O que é Desenvolvimento Web Full Stack?

Em TI (Tecnologia da Informação), a expressão “full stack” é usada para se referir a programadores que atuam, literalmente, em todas as frentes de um projeto. Em termos de web development, estamos falando a respeito de front-end e back-end e de suas respectivas linguagens usadas na criação de páginas e softwares feitos para a internet.

Você deve ter essa especificação em vista, pois, além do HTML, CSS e JavaScript, linguagens do front-end do desenvolvimento web, existem o Swift e o Kotlin. Os dois últimos são utilizados no front-end de aplicativos que rodam nas plataformas iOS e Android, respectivamente.

Com relação às linguagens mais presentes no back-end, a lista que contempla o que estudar para ser um desenvolvedor dos “bastidores” é mais extensa:

  • Python;
  • PHP;
  • C#;
  • Ruby;
  • Java;
  • C;
  • C++.

Qual o foco da área?

Um dos detalhes mais interessantes em relação à área é que, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, ela não se limita à codificação de páginas e sistemas. Na verdade, é sempre bom lembrar que o dev full stack tende a acumular responsabilidades que extrapolam apenas o campo da programação

Isso acontece essencialmente em organizações de pequeno e médio porte. Sem recursos financeiros e estrutura adequada para montar e abrigar um time completo de TI, é comum que elas recorram aos profissionais classificados como “full stack”.

Na prática, isso quer dizer que você precisa ir muito além do domínio das linguagens mencionadas anteriormente. Tudo, é claro, depende do contexto, do nicho de mercado da empresa e de suas necessidades. De modo geral, destacamos, abaixo, outras possibilidades de atuação. 

Levantamento de requisitos

Essa parte do trabalho, quando exigida, envolve uma espécie de preconcepção do projeto, já que ele ainda sequer começou a ser, de fato, gerado. A ideia consiste em coletar ideias, sugestões e tudo o mais que for pertinente na construção da solução desejada pela empresa.

Desse modo, o dev consegue filtrar quais são os requisitos realmente necessários para entregar algo que ofereça as funcionalidades esperadas. Em seguida, ainda resta padronizar a operacionalização dos processos envolvidos, a fim de dar uma cara ao produto.

Como é de supor, mesmo com tudo aparentemente pronto, ainda é fundamental submeter a solução a uma série de testes. Mas, nesse caso, já estamos falando a respeito de algo posterior à programação.

Configuração de servidores

Desenvolvedores também lidam bastante com os chamados SGBD (Sistema Gerenciamento de Bancos de Dados). Entre outras coisas, eles estão vinculados aos mecanismos de proteção dos conjuntos de dados em questão.

Nesse contexto, a configuração dos servidores é feita com o intuito de centralizar o armazenamento de quaisquer documentos e arquivos. A partir dessa medida, é possível cumprir duas funções vitais quando se fala em segurança de dados.

Em primeiro lugar, tudo passa a ficar mais organizado e de fácil localização, mas com dispositivos que restringem o acesso a usuários não autorizados. Em segundo lugar, as cópias de segurança (backups) também são centralizadas, com rotinas específicas — incluindo o armazenamento em nuvem.

Modelagem de banco de dados

Não é à toa que os profissionais de Desenvolvimento Web Full Stack dão muita atenção a essa modelagem. Basta frisar que modelagens com inconsistências comprometem o funcionamento da programação e até a integridade do próprio banco de dados.

Por esses e outros motivos, não estranhe se a empresa para a qual você for trabalhar, apesar da infraestrutura enxuta, contar com um time dedicado à modelagem do banco de dados.

Quais as maiores tendências e oportunidades?

Basicamente, a área é promissora porque segue o fluxo da transformação digital, que ao que tudo indica, está apenas no início. De qualquer forma, nem é preciso fazer grandes projeções para daqui a 5, 10 ou 15 anos. Afinal, o presente já se mostra incrivelmente aquecido.

Além disso, vale a pena destacar que se trata de um segmento que necessita — e o tem feito — investir bastante na diversidade de seus quadros de colaboradores. Traduzindo: existe mercado para todo mundo, incluindo vagas exclusivas para mulheres, pessoas negras e outros grupos que, historicamente, ainda são menos presentes na área de TI.

Quanto ao tipo de oportunidade, isso depende de sua formação. Você não precisa (e nem se espera isso) dominar completamente todas as linguagens que mencionamos em outro momento, mas sim aquelas mais relevantes para o cargo.

Quais as médias salariais?

A área também é uma ótima oportunidade para quem deseja ter uma das profissões mais bem pagas. O salário inicial gira em torno de R$ 2 mil, enquanto a média costuma ultrapassar a marca de R$ 3 mil.

O teto é de aproximadamente R$ 5 mil, mas, na prática, esse valor aumenta conforme a experiência do profissional e sua posição de relevância estratégica na empresa.

O que é preciso para atuar?

Como em qualquer outro segmento da tecnologia, ter conhecimento técnico é essencial. Contudo, todo esse background deve se somar a determinadas habilidades, como:

  • criatividade em situações de pressão;
  • gerenciamento de tempo;
  • inteligência emocional;
  • comunicação fluida;
  • propensão a trabalhar em ambiente colaborativo.

Quanto às possíveis graduações, você pode cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência da Computação ou Engenharia da Computação. Porém, é fundamental que você se torne um especialista, algo proporcionado por um curso de pós-graduação.

Por que fazer uma pós-graduação?

Como demonstramos ao longo de nossa breve jornada, as organizações esperam muito por parte do desenvolvedor web full stack. Para dar conta da exigência e ter um bom desempenho no mercado, você necessita de uma formação que saiba direcionar as diferentes possibilidades de carreira.

Na Unyleya, você conta com uma infraestrutura tecnológica moderna e 100% digital. Além disso, nossos professores são experts tanto nos conteúdos abordados em aula como na utilização das melhores abordagens pedagógicas. Assim, com a gente você aprende de verdade.

Tem interesse em se tornar um programador completo? Conheça a nossa pós-graduação em Desenvolvimento Web Full Stack!


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