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Quer saber qual é a média salarial do brasileiro? Veja aqui!

média salarial
Tempo de Leitura: 4 minutos

Não tem jeito: uma das maiores curiosidades das pessoas é saber qual é a média salarial do brasileiro. Afinal de contas, esse dado ajuda a deixá-las a par de quais locais há uma melhor remuneração, descobrir se a profissão escolhida dá um bom retorno financeiro e, inclusive, entender quais são as alternativas que podem ser adotadas por elas para melhorar a própria situação financeira.

Por isso, trouxemos este post especial para falar sobre o levantamento de 2019, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre o panorama atual de rendimentos da população. Acompanhe e fique por dentro dos principais dados!

Qual a média salarial do brasileiro?

Neste primeiro tópico, você vai conferir três indicadores que revelam informações não apenas sobre o orçamento dos brasileiros, mas também, a respeito do mercado de trabalho no nosso país. Fique atento a eles!

Renda média no país

Considerado as pessoas que exercem algum tipo de trabalho — independentemente da categoria (médico, professor, secretário, enfermeiro, vendedor, lojista etc.) —, o IBGE identificou que a renda média dos brasileiros fica em torno de R$ 2.308,00.

Se levarmos em conta que o salário mínimo estabelecido no Brasil, em 2021, é de R$ 1.100,00, podemos dizer que, em média, a população recebe 2,09 vezes o valor básico determinado para o sustento individual.

Salário por região do país

O órgão aponta que, entre as cinco regiões do país, há disparidades significativas quando o assunto é salário mensal — e isso não é exagero. Para você ter ideia, o Sudeste, o Sul e o Centro-Oeste têm um desempenho acima do rendimento nacional com os respectivos valores: R$ 2.650,00, R$ 2.549,00 e R$ 2.506,00.

Já o Norte e o Nordeste, por sua vez, ficam bem abaixo desse parâmetro, acumulando respectivamente R$ 1.687,00 e R$ 1.588,00.

Rendimento de quem tem formação superior

Já ao conferir e comparar os trabalhadores que têm ensino superior com aqueles de formação básica completa ou incompleta, o IBGE encontrou resultados que só reforçam o peso da educação para todo o mercado de trabalho. Isso porque pessoas com título de bacharel, licenciatura ou tecnólogo ganham na faixa de R$ 5.108,00.

Ou seja, 2,21 vezes a média salarial nacional, e 4,64 vezes o salário mínimo do país. Por outro lado, aqueles que contam com o Ensino Fundamental incompleto, por exemplo, recebem cerca de R$ 1.223,00, enquanto os que concluíram o Ensino Médio alcançam, por sua vez, uma média de R$ 1.788,00 — ambos abaixo do rendimento nacional.

Por que a média salarial é maior entre aqueles graduados e especialistas?

Isso acontece porque os empregos qualificados no mercado, desde aqueles na indústria até os disponíveis no terceiro setor, exigem formação acadêmica para que sejam ocupados e, acima de tudo, mantidos. Afinal, é por meio dela que você aprende sobre a história, os serviços e o regimento interno de uma categoria profissional.

Além disso, se capacita para diferentes atividades operacionais e desenvolve competências socioemocionais (as chamadas soft skills) e competências técnicas e intelectuais (as hard skills) que serão indispensáveis na sua atuação. Logo, todo o seu empenho e esforço para se capacitar para o mercado traz resultados tangíveis, e o principal: que não se resumem somente a um maior rendimento.

Ao contrário, há também benefícios ocupacionais, possibilidade de trabalho remoto e flexível, plano de carreira dentro das empresas, jornada de trabalho reduzida, incentivo a estudos complementares, maior preparo para jornadas empreendedoras e muito mais.

Inclusive, o próprio IBGE, em um relatório trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), referente ao período de abril a junho de 2021, traz um dado bem marcante do cenário nacional: dos cidadãos com idade para exercer alguma atividade profissional, apenas 49,6% estão ativos no mercado. E desse total, 23,9% têm uma graduação completa — isto é, cerca de um em cada quatro trabalhadores.

Portanto, diante dessa informação, fica claro que o Brasil ainda tem uma mão de obra qualificada bastante reduzida, o que só tende a ampliar ainda mais as chances de êxito profissional daqueles indivíduos que investem regularmente na própria educação. Muitos, inclusive, vão além da graduação e realizam um MBA ou uma especialização, justamente, para ter um currículo ainda mais complexo e diferenciado.

Por que se especializar em boas instituições de ensino?

Ter uma graduação é essencial para alavancar a carreira. Porém, também é necessário avaliar com sabedoria e cuidado a sua futura instituição de ensino, antes de ingressar e cumprir diferentes semestres acadêmicos nela.

Tenha em mente que só uma faculdade de excelência vai proporcionar diferentes atividades de extensão universitária, cursos de idiomas, centro de carreiras e disciplinas complementares para a sua formação. Além disso, iniciação em pesquisa científica, programas de mobilidade estudantil internacional e convênios com grandes instituições públicas e privadas para a realização de estágios obrigatórios.

Além disso, apenas uma faculdade que está realmente alinhada com o processo de inovação no ensino-aprendizagem vai atrás de ofertar graduações e pós-graduações na modalidade EAD, assegurando diferenciais importantes para o aluno.

Por exemplo, polos de educação com cobertura nacional, sistema digital moderno para acesso às aulas e, é claro, um corpo docente de mestres e doutores que reúne os nomes mais expressivos de cada ramo profissional. Eles são responsáveis por alinhar o seu ganho de conhecimento e experiência, de acordo com os rumos mais atuais do mercado.

Como deu para ver no levantamento sobre a média salarial dos cidadãos, a renda padrão de alguém que não tem graduação, nem muito menos uma pós-graduação, acaba bem limitada em todo o território nacional. Portanto, investir em uma educação continuada não se trata apenas de ter acesso ao ambiente acadêmico, ingressar em uma categoria profissional ou ter um diploma ou certificado.

É garantir que você tenha chances de ter uma carreira que proporcione satisfação profissional e traga um retorno financeiro crescente — o que vai lhe trazer mais qualidade de vida. Portanto, comece já a programar a sua formação superior para aumentar a sua média salarial!

Se ficou alguma dúvida sobre os dados apresentados, não se preocupe! Vem conversar com nossos consultores para esclarecê-las.


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